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Review Sea of Stars

Publicado em: 5 de setembro de 2026

Review Sea of Stars

Inspirado em Chrono Trigger e nos RPGs de 16 bits, Sea of Stars moderniza o combate por turnos sem perder a alma. Nostalgia para os veteranos, porta de entrada para os novatos.

Introdução

Sea of Stars (Sabotage Studio, 2023) é o RPG por turnos que os anos 90 teriam feito se tivessem a tecnologia de hoje. É prequel de The Messenger, mas não precisa dele para ser entendido.

História

Valere e Zale são Guerreiros do Solstício — ela com poderes da lua, ele do sol — treinados para enfrentar as criaturas do alquimista Fleshmancer. Garl, o amigo cozinheiro sem poder nenhum, rouba a cena. A história começa leve e ganha peso conforme avança.

Gameplay

Combate por turnos com toques no tempo certo para aumentar dano e reduzir o que você recebe (como em Super Mario RPG), e um sistema de travas: cada inimigo mostra os tipos de ataque que cancelam a próxima investida dele, e você monta a sequência para quebrá-las. Não existe encontro aleatório e não existe grind — o jogo espera que você use as mecânicas, não que suba de nível. A exploração é vertical, com escalada e natação, e os quebra-cabeças nos templos são bons.

Gráficos e som

Pixel art de altíssimo nível, com iluminação dinâmica que os 16 bits nunca tiveram. A trilha de Eric W. Brown tem faixas do Yasunori Mitsuda (Chrono Trigger), e dá para sentir.

Vale a pena?

Sim. Trinta horas de RPG caprichado, sem enrolação, e uma das trilhas mais bonitas dos últimos anos.

Nota da Han Solo: 9/10 — o RPG retrô feito com respeito.

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Equipe da loja

Escrito pela equipe da Han Solo Games, loja de jogos em mídia digital para PlayStation e Xbox. Dúvidas sobre algum jogo? Chame no WhatsApp.

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