Review Blades of Fire
Publicado em: 12 de setembro de 2026

Review Blades of Fire
O estúdio de Metroid Dread saiu da zona de conforto e fez um jogo de ação onde a arma que você forja importa mais do que o nível do personagem. Vale a pena?
Introdução
Blades of Fire é o jogo em que a MercurySteam — o estúdio de Metroid Dread e Castlevania: Lords of Shadow — resolveu apostar em algo diferente: uma aventura de ação em terceira pessoa onde o coração do jogo é a forja. Lançado em maio de 2025 para PS5, Xbox Series X|S e PC, ele chegou sem muito barulho e surpreendeu.
História
Você controla Aran de Lira, um guerreiro numa terra onde a rainha Nerea transformou todo o aço em pedra — só os martelos de forja lendários ainda funcionam. A trama é simples e serve de pano de fundo; o que segura é a relação de Aran com Adso, o jovem escriba que te acompanha e vai catalogando inimigos e fraquezas.
Gameplay
Aqui está a graça. Cada arma é forjada por você: você escolhe o tipo de lâmina, o metal, o cabo, e depois martela num minigame que define a qualidade. A arma desgasta, quebra e pode ser reforjada. No combate, cada botão do controle ataca uma direção (cima, baixo, esquerda, direita) e os inimigos têm partes mais e menos blindadas — acertar o lado certo com o tipo de dano certo (corte, perfuração, impacto) faz diferença de verdade.
A dificuldade é honesta, no estilo "souls-like leve": morrer devolve você à bigorna mais próxima, mas a arma fica no lugar da morte esperando ser recuperada.
Gráficos e som
Visual de fantasia sombria com direção de arte forte, ainda que não seja o jogo mais bonito da geração. A trilha é discreta; os efeitos do metal batendo são excelentes.
Vale a pena?
Se você gosta de sistemas profundos e de sentir que a sua arma é sua, sim. Se procura uma história cinematográfica, talvez não seja o seu jogo. Para nós, é uma das surpresas boas de 2025.

Han Solo Games
Equipe da loja
Escrito pela equipe da Han Solo Games, loja de jogos em mídia digital para PlayStation e Xbox. Dúvidas sobre algum jogo? Chame no WhatsApp.


